O presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), juiz Rodrigo Collaço, passou na Bahia a tarde desta quarta-feira, dia 22 de março, para conhecer a situação do Judiciário local e colaborar na solução dos problemas enfrentados pela magistratura baiana.

Collaço e o presidente da Associação dos Magistrados Baianos (Amab), Rolemberg Costa, estiveram com o presidente do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), desembargador Benito Figueiredo, e conversaram sobre a possibilidade de integrantes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) visitarem o estado brevemente. Collaço, inclusive, comprometeu-se a ser o porta-voz do Judiciário baiano no CNJ a fim de facilitar a ida dos conselheiros ao estado.

Todos acreditam que esse será um passo fundamental para que ocorram melhorias no Judiciário baiano. Dentre as dificuldades apontadas pelo TJ-BA, estão a carência de servidores e de juízes e a falta de recursos materiais.

Ainda segundo informações do próprio tribunal, a corte é a menor do país. Com apenas 30 desembargadores e 742 juízes — que atendem em 276 comarcas distribuídas em 415 municípios que se dividem na Justiça Comum e nos Juizados Especiais —, o TJ-BA presta serviços a um total de 13 milhões de habitantes.

Para Rolemberg Costa, a AMB vem trabalhando no sentido de ajudar a prover a Justiça baiana do material humano necessário ao bom andamento dos serviços jurisdicionais. “Estamos somando esforços para que a situação de carência se reverta”, disse, acrescentando que o Judiciário existe em função da população e um é instrumento da cidadania.

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