A presidente da AMB, Renata Gil, presidiu a mesa do painel. "Corrupção e os Desafios na Investigação Criminal: Forças-Tarefas e Operações Policiais Complexas", do curso realizado pela Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados Ministro Sálvio de Figueiredo Teixeira (Enfam), nesta quarta-feira (11), na sede do Superior Tribunal de Justiça (STJ), em Brasília (DF). A capacitação tem apoio da Associação.

Antes de passar a palavra às palestrantes, Renata Gil elogiou o trabalho da. Enfam em relação à. Justiça Criminal, promovendo cursos nessa área com a participação de renomados juristas, inclusive em parceria com a. Escola Nacional da Magistratura (ENM/AMB) para capacitação dos associados.

Em seguida, lembrou que o Brasil já subscreveu tratados internacionais que trazem mecanismos de combate à corrupção, lavagem de dinheiro e organizações criminosas, como as convenções de. Palermo e de Viena.

Explicou que a. AMB tem trabalhado no aperfeiçoamento da legislação brasileira, sensibilizando o parlamento da necessidade de alterações nas leis para que as investigações sejam concluídas de forma eficiente.

“A sociedade precisa de respostas, seja com as absolvições ou condenações, caso ocorra realmente o juízo de culpa formado”, disse.

Lava Jato

A subprocuradora-Geral da República Lindôra Maria Araújo, coordenadora da Lava Jato, falou sobre os bastidores das colaborações premiadas e dificuldades que a Lei de Abuso de Autoridade pode impor ao combate a crimes.

Responsável pela segunda palestra do painel, a delegada. Luciana Caires, da coordenação-geral de. Repressão à Corrupção da Polícia Federal (PF), explicou que o trabalho de cooperação na investigação proporciona o agrupamento de provas "robustas", algo que facilita o trabalho do juiz no momento de analisar a denúncia, segundo ela.

Gostou? Então compartilhe!