4 de janeiro de 2007
Presidente em exercício da AMB concede entrevista ao portal
O vice-presidente Institucional da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), Doorgal Gustavo Borges de Andrada, será o presidente em exercício da entidade durante o mês de janeiro. O magistrado foi confirmado no cargo na última terça-feira, 2, e permanecerá até o dia 22 de janeiro.
O presidente em exercício da AMB foi presidente da Associação dos Magistrados Mineiros (Amagis-MG). Formou-se pela Faculdade de Direito da UCMG, atual Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-Minas), e ingressou na magistratura em 1993. É juiz titular da 2ª Vara de Feitos Tributários de Belo Horizonte-MG. Doorgal de Andrada esteve na sede da AMB em Brasília (DF) esta semana, quando foi entrevistado pela Gerência de Comunicação da entidade. A seguir, algumas opiniões do presidente em exercício da AMB sobre a associação e o Judiciário. Portal AMB - Quais as perspectivas da AMB para 2007? Doorgal Andrada - A AMB já tem um plano de ação, traçado pela diretoria e por seus conselhos, que demonstra sua preocupação com o fortalecimento da magistratura de um modo geral. A nossa intenção é reforçar a atuação da AMB no Congresso, sobretudo agora que nos aproximamos do final da votação da Reforma do Judiciário e também da votação da Loman (Lei Orgânica da Magistratura Nacional). Portal AMB - Qual o balanço das atividades da AMB em 2006? Doorgal Andrada - O ano passado foi turbulento, mas a AMB, naquilo que se propôs, conseguiu obter êxito, tendo em vista que várias de suas propostas foram alcançadas. Foi um ano de muito trabalho, um ano, em certos aspectos, muito tenso, mas a AMB conseguiu mostrar seu serviço para todo o Brasil. O ponto mais relevante foi, sem dúvida, o XIX Congresso Brasileiro de Magistrados em Curitiba (PR), que superou todas as expectativas e teve repercussão nacional, sendo um grande feito para toda a magistratura brasileira.Portal AMB -Como começou 2007 para o Judiciário? Doorgal Andrada - Com o Congresso e os tribunais superiores ainda em recesso, nós tivemos somente a surpreendente mudança da decisão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no que tange ao recesso forense. Essa foi a grande novidade, boa para alguns, ruim para outros, mas que não deixou de ser uma surpresa.




