Presidente da AMB propõe resgate da ética na política
Entidades da sociedade civil vêm reagindo à decisão do Plenário do Senado Federal de não cassar o mandato do presidente da Casa, Renan Calheiros, acusado de quebra de decoro parlamentar por usar um lobista para pagar despesas pessoais. A Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) é uma dessas entidades que não reagiu bem à decisão do Senado.
Na edição desta quinta-feira, dia 13 de setembro, do Jornal Nacional, da TV Globo, o presidente da AMB, Rodrigo Collaço, disse que a sociedade brasileira já deu sinais claros de que não aceita mais essa crise ética na política nacional. "A classe política tem que ter a responsabilidade de resgatar a ética e de valorizar o homem público que trata a coisa pública com respeito", ressaltou.
No último dia 5 de julho, a AMB lançou o movimento Juízes contra a Corrupção, que conclamou magistrados, parlamentares, integrantes do Poder Executivo, membros do Ministério Público e cidadãos comuns a pôr um basta na corrupção e na impunidade no país (clique aqui para ler matéria sobre o assunto).
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