Uma pesquisa realizada pela psicóloga Suzana Schettini revela que não há nenhuma comprovação de que filhos adotivos tenham mais chances de tornarem-se problemáticos. Segundo o estudo, que contou com a participação de com 200 pais adotivos de várias partes do país, apenas 11% dos entrevistados consideram os filhos adotivos mais problemáticos do que os biológicos. Não houve nenhuma associação entre o gênero da criança e problemas de comportamento.

Para 52% dos pais, as dificuldades foram iguais; 32% disseram que os problemas foram diferentes para cada filho; para 5%, os biológicos foram mais difíceis. A pesquisa também mostrou que a resistência de um ou mais membros da família à adoção contribui para tornar os filhos mais problemáticos. Cerca de 40% dos pais adotivos enfrentaram rejeição de parentes - avós, irmãos, filhos e até de um dos membros do casal.

* Com informações da Folha de S.Paulo

 

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