Pesquisa CNT/Sensus mostra opinião da sociedade sobre reforma política
A Confederação Nacional do Transporte (CNT) divulgou na manhã de hoje, na sede do órgão, em Brasília (DF), os novos resultados da 89ª Pesquisa CNT/Sensus. Entre os temas abordados no estudo estão a avaliação do governo federal e do desempenho pessoal do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, além da opinião da sociedade sobre a reforma política, em trâmite na Câmara dos Deputados. Para realizar o estudo, foram entrevistadas 2 mil pessoas, entre os dias 18 e 22 deste mês, em 136 municípios de 24 estados, nas cinco regiões do país.
A votação da proposta de reforma – o Projeto de Lei (PL) nº 1.210/07, de autoria do deputado Régis de Oliveira (PSC-SP) – é prioridade do Plenário da Câmara e está prevista para ser apreciada logo após o destrancamento da pauta. Para isso, o presidente da Casa, Arlindo Chinaglia (PT-SP), marcou seis sessões plenárias nesta semana, que serão realizadas de hoje à quinta-feira, dia 28 de junho, às 10 e às 15 horas.
Por meio de sua Assessoria Parlamentar, a Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) está acompanhando a tramitação da matéria na Câmara. A intenção da entidade, que lançou em fevereiro a campanha Reforma Política: conhecendo, você pode ser o juiz dessa questão, é que o PL seja votado e aprovado o quanto antes e que atenda aos anseios dos brasileiros.
Para conhecer mais sobre a campanha da AMB, acesse o hotsite www.amb.com.br/portal/reforma.
O que revelou a pesquisa
Segundo revelou a 89ª Pesquisa CNT/Sensus, apenas 46,8% dos entrevistados conhecem a proposta de reforma política que tramita na Câmara dos Deputados. Entre aqueles que conhecem, 50,5% aprovam a fidelidade partidária e 40,7% não.
São favoráveis ao financiamento exclusivo de campanhas eleitorais, por meio de um fundo legalmente constituído com recursos públicos, 18,7% dos entrevistados, e 75,2% são contra.
A maioria dos que responderam à pesquisa (59,1%) não acredita que a proposta de reforma política seja votada este ano, e somente 27,2% acreditam que sim.
Os resultados do estudo estão disponíveis no site da CNT: www.cnt.org.br.




