Novos juízes eleitorais são empossados pelo TRE
Os 57 novos juizes eleitorais do Estado do Rio de Janeiro foramempossados no final da tarde nesta segunda-feira pelo presidente do TRE, desembargador Roberto Wider, que considerou "salutar a alternância dos juízes, que evita a nociva perpetuação deles" em zonas eleitorais. O presidente pediu empenho dos novos juizes para que as eleições municipais do ano que vem sejam ainda mais bem sucedidas do que as realizadas ano passado, quando o TRE do Rio de Janeiro ganhou projeção em todo o país pela velocidade com que realizou e apurou os votos e ainda pelo critério que adotou, de não aceitar candidatos com passado incompatível com a vida pública.
O presidente do TRE destacou, ainda, que os critérios para a indicação e posterior eleição dos novos juizes foram exclusivamente técnicos. Tiveram prioridade, segundo ele, os juizes mais antigos que nunca tiveram funções eleitorais. Dos 58 juizes que foram aprovados pelo plenário do TRE para assumirem funções eleitorais, só um desistiu, por ter sido transferido, pelo Tribunal de Justiça, de Friburgo para Nilópolis.Os novos juizes eleitorais foram representados, no juramento de posse, pela juiza Paula Fernandes Machado de Freitas, da 9a Vara Cível.
Também tomou posse no plenário do TRE o desembargador Alberto Motta Moraes, que assume como suplente na vaga aberta pela aposentadoria do desembargador Rudi Lowenkroen. O desembargador Ronald Valladares, que é vice-presidente do TRE, participou ontem de sua última jornada no TRE. Ele entre de férias nesta terça-feira e não retorna mais, já que no dia 4 de outubro completa 70 anos e terá, pela lei, de se aposentar.
Já o juiz Rodrigo Candido de Oliveira, que é um dos representantes da OAB no colegiado do TRE, renunciou ao cargo, porque vai atuar num escritório que tem como sócia a mulher do Governador Sérgio Cabral, Adriana Cabral. Ele considerou que as duas atividades eram incompatíveis. No seu lugar assume o suplente, o advogado Célio Thomaz.




