Livro sobre os 10 anos do CNJ conta com artigo do presidente da AMB

O livro comemorativo aos 10 anos de atuação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) já está disponível na internet. A publicação tem caráter acadêmico e reúne artigos de profissionais renomados da área do Direito e de operadores do sistema de Justiça, apresentando uma visão externa da atuação do Conselho na última década.
Entre os colaboradores, está o presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), João Ricardo Costa, cujo artigo examina os avanços e desafios do CNJ na Justiça Estadual. “No momento em que o CNJ completa 10 anos, mostra-se oportuno reprisar os motivos que ensejaram seu nascimento e estabelecer análise reflexiva dos avanços que propiciou, as oportunidades que desperdiçou e os desafios que ainda tem pela frente”, escreveu João Ricardo em seu texto de introdução.
Livro
Lançado pelo presidente do CNJ e do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Ricardo Lewandowski, na última sessão plenária de 2015, o livro tem 132 páginas e é dividido em sete capítulos. A apresentação é do secretário-geral do Conselho, Fabrício Bittencourt da Cruz.
Além do presidente da AMB, colaboraram com artigos o ex-presidente da Associação dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra) Paulo Schmidt; o atual secretário de Segurança Pública de São Paulo e livre-docente da Faculdade de Direito da USP, Alexandre de Moraes; o presidente do Conselho Consultivo da Presidência do CNJ e professor da Faculdade de Direito da USP e da PUC-SP, André Ramos Tavares; o desembargador federal aposentado e professor de Direito Ambiental da Pós-Graduação da PUC-PR, Vladimir Passos de Freitas; e o presidente da Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe), Antônio César Bochenek.
A obra é concluída com um artigo do presidente do CNJ e do STF, ministro Ricardo Lewandowski, intitulado “Conselho Nacional de Justiça: presente e futuro”. O presidente apresenta uma análise conjuntural do órgão na atualidade e os possíveis caminhos a serem trilhados no futuro. Para o ministro, o futuro do órgão deve ter como palavras de ordem os termos “planejamento estratégico”, “diálogo” e “participação” e, como principais orientações de sua ação, a desjudicialização, a modernização tecnológica, a gestão de demandas de massa e a atenção aos direitos humanos na política judiciária criminal.
A publicação impressa será distribuída a bibliotecas de universidades e instituições públicas. Clique aqui para acessar a livro na íntegra.
*Com informações do site do CNJ




