O III Prêmio AMB de Jornalismo, que se firmou como o mais importante da área Jurídica, recebeu elogios de jornalistas reconhecidos na grande imprensa. O âncora da Rádio CBN e da Rádio Cultura, Heródoto Barbeiro, avaliou que “o prêmio aproxima os jornalistas do Poder Judiciário e ao mesmo tempo abre amplo espaço para que a população tenha mais informações disponíveis para exercer a cidadania.”  Para Barbeiro, que integrou a comissão julgadora do III Prêmio AMB de Jornalismo, repórteres não trabalham para ganhar prêmio, embora a premiação seja “o reconhecimento de uma matéria de interesse público que tem ampla repercussão e pode ajudar a melhorar a vida da sociedade". "E pautar assuntos na área da Justiça soma tudo isso”, conclui.

Para o jornalista Júlio Mosquera, da Rede Globo de Televisão, que também foi jurado do III Prêmio, “a premiação é, sem dúvida, um estímulo para o jornalista buscar compreender o papel fundamental que desempenha na cobrança de uma Justiça comprometida com o bem-estar de todos”.  Ele acrescenta que, “quando a imprensa dá publicidade às iniciativas para levar a Justiça a todos, colabora para se criar uma corrente contra a impunidade e pela exigência de uma sociedade mais igualitária”.

A cerimônia de entrega do III Prêmio AMB de Jornalismo ocorreu na última segunda-feira, 11 de novembro, na casa de festas Palazzo, em Brasília (DF). No total, concorreram 218 matérias, vindas de 19 estados brasileiros. Todas trabalhos de alto nível, que foram avaliados de maneira criteriosa e isenta por um corpo de doze jurados. Doze profissionais da imprensa foram contemplados com o prêmio.

 

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