Na noite desta quarta-feira, 5 de setembro, durante a cerimônia de abertura do III Encontro Nacional de Juízes Estaduais (ENAJE), foi assinado um protocolo de intenções com o objetivo de continuar a divulgação das experiências bem-sucedidas na área de gestão judiciária.

O documento, que pretende institucionalizar o projeto “Soluções no Âmbito da Admistração Judiciária: Gestão Eficiência e Qualidade”, foi assinado pelo juiz Alexandre Targino, representante oficial da Escola Nacional da Magistratura no evento, pelo presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros, Rodrigo Collaço, pelo representante do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), juíza Andréa Pachá e pelo representante do Colégio Permanente de Presidentes de Tribunais de Justiça, desembargador Pedro Manuel Abreu.

Segundo Alexandre Targino, o judiciário está vivendo um momento de reafirmação e por isso “precisa melhorar as práticas a fim de levar resultados positivos para os jurisdicionados”. Para ele, a identidade do brasileiro, antes definida pela sua capacidade de “dar um jeito” e de “adiar”, hoje estão em profunda transformação, demandando ações eficientes dos membros da magistratura para que o “judiciário entre no século XXI”. Além disso, “esse protocolo vai ao encontro daquilo que a ENM tem pregado em relação ao aperfeiçoamento e a capacitação dos magistrados, não só na área científica como também no aprendizado de ferramentas de administração financeira”, ressaltou.

A Escola Nacional da Magistratura deverá participar da realização do projeto, em conjunto com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), os Tribunais de Justiça de todo Brasil e a AMB, inclusive com a participação do diretor da ENM, desembargador Luís Felipe Salomão, na comissão científica que definirá os padrões de excelência na atividade judiciária.

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