A Estratégia Nacional de Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro (Enccla) se reuniu, nesta segunda-feira (22), para dar início às discussões a respeito da Ação 1, que vai avaliar a transparência nos poderes Legislativo e Judiciário, no Ministério Público e nos Tribunais de Contas. O diretor-tesoureiro adjunto da AMB, Mauro Caum, representou a entidade na ocasião.

 O objetivo da Ação 1 é aumentar a efetividade do sistema preventivo de lavagem de dinheiro e da corrupção. Nesta primeira reunião do ano, foram definidos o escopo e o calendário para a realização de pontos de controle do andamento das ações, a distribuição de tarefas e, ainda, a minuta de metodologia para ser utilizada na avaliação.

 No ano passado, essa mesma avaliação já foi feita por meio da ação nº4 que analisou a transparência dos Executivos municipal, estadual e federal.

 “A Ação 1 que está sendo desenvolvida neste ano pela Enccla é relevante, na medida em que se procura avaliar qual é o grau de transparência que estes organismos estão tendo, para que se possa com isso fazer uma correta indicação de alteração a serem feitas ou até mesmo uma correção de rumos daqueles que sejam necessários”, afirmou Mauro Caum.

 Ficou definido também que cada entidade presente deve apresentar um encaminhamento de propostas para avaliar a transparência dos poderes Legislativo e Judiciário, do Ministério Público e dos Tribunais de Contas. Os interessados em colaborar com a AMB nessa proposta, podem entrar em contato com a [email protected] até o dia 15 de março.

 Além da AMB, a Ação 1 da Enccla, tem como colaboradores a Associação dos Membros do Tribunais de Contas do Brasil (Atricon), o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), a Associação de Juízes Federais do Brasil (Ajufe), o Conselho Nacional de Procuradores-Gerais (CNPG), a Casa Civil/RS, o Conselho Nacional de Controle Interno (Conaci), o Fórum de Combate a Corrupção(Focco-SP), o Ministério Público Federal (MPF),o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), o Ministério Público do Trabalho (MPT), a Secretaria de Gestão do Ministério do Planejamento (SEGES/MP) e o Tribunal de Contas da União(TCU).

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