Desde a campanha para eleições associativas, que a atual diretoria da Amagis defendia que todos atos do Judiciário e da Associação devem ser transparentes, claros e abertos a todos, sempre que a lei permitir.

Por isso, a diretoria da Associação comemora, com grande alegria, o uso da internet e a transmissão instantânea dos julgamentos do Tribunal do Júri - dando ampla publicidade -, como já era defendido pelo ex-diretor de Informática da Amagis, atual desembargador Fernando Neto Botelho.

Afirmou o presidente da Amagis, juiz Nelson Missias de Morais, “que a magistratura mineira, através da Associação, deu o exemplo inovador desse modelo possível para Judiciário quando, em junho passado, em parceria com AMMP e o CAP, transmitiram de Belo Horizonte, ao vivo e de modo inédito, para os associados e para o meio forense mineiro, o Curso de Direito Norte-Americano, com professores da Universidade Flórida”.

O curso foi aplaudido por todos que assistiram e realizado no auditório da AMMP, na capital mineira, na rua Timbiras, nos dias 1º e 2 de junho, tendo momentos de picos de audiência com mais de 1300 espectadores pela internet, além dos 200 presentes inscritos. A direção da Amagis comemora mais essa vitória para a magistratura mineira, com a disposição de transmissão dos júris de Belo Horizonte pela internet, como já realizado pela Associação, como caminho para uma ampla e rápida publicidade dos atos judiciais, com toda transparência reclamada pela população, nos limites legais.

O juiz do I Tribunal do Júri do Fórum Lafaiyette, Leopoldo Mameluque, que presidiu nesta quarta-feira, 8 de agosto, a sessão do julgamento transmitido pela internet, afirma que este experimento é muito importante não só pela modernidade, mas pelo poder de se acompanhar o evento em tempo real. “A repercussão é válida para a própria comunidade, que pode acompanhar o julgamento sem precisar comparecer ao fórum. O acesso é bem melhor e seções abarrotadas de papel podem desaparecer”, disse o magistrado.

 

 

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