A consultora jurídica do Ministério da Educação (MEC), Maria Paula Dallari, falou aos participantes do III Encontro Nacional de Diretores de Escolas da Magistratura, que foi realizado na sede da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), em Brasília. Ela explicou que o MEC quer a participação da magistratura para a qualificação das faculdades de Direito. “Queremos contar com o apoio dos magistrados e escolas de magistratura no credenciamento dessas faculdades que dão cursos jurídicos”, ressaltou.

Para a presidente da Conematra, Graça Freitas, vários setores da sociedade devem participar da triagem feita nos cursos de Direito, além da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). “Acho que a OAB não é o único ator social interessado no cursos jurídico”, disse.

O diretor da Escola de Magistrados da Justiça Federal da 3ª Região (Emag 3ª), Newton de Lucca, comentou a iniciativa do MEC de procurar outros segmentos jurídicos para participar do credenciamento das faculdades. “Não basta só a OAB autorizar o selo de uma faculdade. Da carreira jurídica também faz parte a magistratura”, explicou.

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