Lei de Violência Psicológica completa seis meses desencorajando a prática do feminicídio

Todas essas violências fazem parte de um caminho percorrido pelo feminicida. A criação destas leis serve para interromper esse ciclo”, afirmou Renata Gil ao UOL
Nesta sexta-feira (28), uma das iniciativas da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), que passou a dar mais proteção às mulheres, completa seis meses de vigência – a Lei de Violência Psicológica. A data rendeu repercussão nos veículos de comunicação. Em entrevista ao portal UOL, a presidente da AMB, Renata Gil, abordou a nova legislação, que representa um avanço no enfrentamento à violência doméstica.
A reportagem enfatizou o protagonismo da entidade na elaboração da Lei do Stalking (perseguição) e da Lei da Violência Psicológica, que coloca em destaque um tipo de agressão até então disfarçado pelos agressores como forma de proteção.
De acordo com Renata Gil, trata-se de um comportamento considerado grave. "Todas essas violências fazem parte de um caminho percorrido pelo homem que acaba matando a vítima, o feminicida. A criação destas leis serve para interromper esse ciclo", ressaltou.
A magistrada abordou ainda o fato de as leis de combate à violência contra a mulher deixarem lacunas, e enfatizou que “o machismo e o patriarcado são questões culturais e não vão desaparecer de um dia para outro. Mas é preciso criar caminhos para dar mais proteção às mulheres", afirmou.
A reportagem também destacou a campanha Sinal Vermelho de combate à violência, instituída por lei, em todo o país. Por ela, as vítimas podem pedir socorro de uma maneira silenciosa, apenas fazendo um “X Vermelho” na palma da mão.
Clique aqui e confira a entrevista na íntegra (https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2022/01/28/sob-elogios-lei-de-violencia-psicologica-contra-a-mulher-completa-6-meses.htm)




