Diretoria da AMB acompanha sabatina que aprovou novos nomes para o CNJ

Senadores da CCJ aprovaram oito indicados para o Conselho Nacional de Justiça e dois indicados para o CNMP
A Diretoria da AMB acompanhou, nesta quarta-feira (29), a sessão da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado que aprovou oito autoridades indicadas para o Conselho Nacional de Justiça. As indicações seguem para o Plenário da Casa.
“A Diretoria tem certeza de que os novos indicados farão um bom trabalho no CNJ. Parabenizamos a todos e desejamos um trabalho tranquilo neste órgão que desempenha um papel crucial para o Estado Democrático de Direito”, afirmou o Presidente da AMB, Frederico Mendes Júnior.
A sabatina foi acompanhada pela Diretoria da AMB e por Magistrados de associações estaduais filiadas. Dos oito nomes aprovados para o CNJ, três foram indicados pelo TST, dois pelo STF, dois pelo STJ e um pela Câmara dos Deputados.

Foram aprovados para o CNJ – a Juíza Renata Gil de Alcântara (TJ-RJ), ex-Presidente da AMB e os associados à entidade: Desembargador José Edivaldo Rocha Rotondano (TJ-BA), Juíza Daniela Pereira Madeira (TRF-2), Juiz Guilherme Guimarães Feliciano (TRT-15) e o Juiz Alexandre Teixeira Bastos Cunha (TRT-RJ).
Além deles, foram aprovados o Ministro Guilherme Augusto Caputo Bastos, do Tribunal Superior do Trabalho (TST); a Desembargadora Mônica Autran Machado Nobre (TRF-3); e a Advogada da União Daiane Nogueira de Lira.
Para o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), a CCJ aprovou a Juíza Cíntia Menezes Brunetta (TRF-5) e o advogado Edvaldo Nilo de Almeida.

Sabatina
Durante a reunião conduzida pelo Presidente da CCJ, senador Davi Alcolumbre (União-AP), os indicados destacaram o papel do Conselho Nacional de Justiça na construção de um Poder Judiciário mais rápido e eficiente.
Entre os nomes aprovados, está o da ex-Presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros, Renata Gil, indicada para vaga destinada ao Supremo Tribunal Federal (STF). Ela foi aprovada por unanimidade (27 votos).
Em seu discurso, a Magistrada lembrou dos 25 anos de carreira e se disse honrada com a escolha. Ela ressaltou a importância do diálogo entre os Poderes da República.

“Estive por dez anos nos corredores do Senado e da Câmara dos Deputados como líder associativa na Amaerj e na AMB. Nessa lida associativa, eu pude entender e compreender que o que a sociedade espera de nós só pode ser construído pelo diálogo. Esse é o meu perfil, sou uma pessoa de diálogo. Todos os projetos que construímos foram com a conjunção de esforços de Executivo, Legislativo e Judiciário”, afirmou.
Henrique Bolgue (Ascom/AMB)




