A Comissão da AMB para estudar os dados do Relatório Justiça em Números reuniu-se com o secretário especial de Programas, Pesquisas e Gestão Estratégica do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e juiz auxiliar da presidência do órgão, Richard Pae Kim, na tarde desta terça-feira (11).

Após avaliar por mais de um ano as informações publicadas pelo anuário, inclusive com técnicos das áreas orçamentárias, de estatística e planejamento de 16 tribunais brasileiros, os representantes da AMB apresentaram ao CNJ as contribuições para o aprimoramento dos dados estatísticos.

O coordenador da Comissão e vice-presidente de Políticas Remuneratórias da AMB, Paulo César Neves, informou ao secretário especial que o grupo, instituído provisoriamente pelo Ato Executivo 68/2017, por ocasião do lançamento do Relatório relativo ao ano base de 2016, vai ser instituída em caráter permanente. E complementou que a Comissão está à disposição para auxiliar e contribuir frequentemente, devido à importância dos dados pela repercussão nacional e pela sua utilização pela sociedade, em geral, e pela imprensa.

Além de Paulo Cesar, os demais membros da Comissão – Maurício Drummond, vice-presidente de Assuntos Legislativos Trabalhistas da AMB, Ricardo Chimenti, secretário de Juizados Especiais da entidade, e Kátia Pereira Sena, que também é coordenadora da Escola nacional da Magistratura (ENM/AMB) –, e o juiz Jesus Rodrigues Camargo, da Associação dos Magistrados do Estado de Goiás (Asmego) levantaram os vários dados que não refletem de maneira precisa a atuação da Magistratura e que precisam de adequação, já com as respectivas sugestões para correções futuras.

Richard Pae Kim solicitou que a Comissão da AMB faça o envio atualizado das sugestões por ofício à nova gestão do CNJ e comprometeu-se a verificar o documento elaborado pela AMB. O secretário especial deu uma notícia que muito contribuirá futuramente com o Relatório Justiça em Números: nesta terça-feira o CNJ firmou um termo de cooperação técnica com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) para desenvolver projeto para aprimorar seu sistema estatístico com soluções de inteligência artificial. A iniciativa começará no Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região (DF/TO) e Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2-ES/RJ).

Ainda acompanharam a reunião, pelo CNJ, Gabriela Soares, do Departamento de Pesquisas Judiciárias (DPJ) do CNJ, e Flavia Moreira, juíza auxiliar da presidência.

Reunião prévia – Antes de se dirigirem ao CNJ, a Comissão reuniu-se na sede da AMB para discutir os últimos detalhes.

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*Carolina Lobo
*Com informações Agência CNJ de Notícias

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