A validação do II Plano Nacional de Erradicação do Trabalho Escravo da Comissão Nacional para Erradicação do Trabalho Escravo (Conatrae) contou com a presença do AMB. A entidade foi representada pelo coordenador da Justiça do Trabalho, Antonio César Coelho, na reunião realizada nesta terça-feira (21), por videoconferência.

Na ocasião, os participantes se dividiram em oficinas virtuais para discutir o cumprimento dos indicadores por eixo. São eles: ações gerais; reinserção e prevenção; informação e capacitação; repressão econômica e monitoramento legislativo; além de enfrentamento e repressão.

O atual documento conta com seis eixos, 66 ações, 33 indicadores e 364 ações monitoradas. Após alguns anos do lançamento do Plano e da implementação de atividades por muitas organizações que fazem parte da Conatrae, ou que atuam em ações de combate ao trabalho escravo no Brasil, buscou-se realizar o monitoramento dessas ações, e a consequente avaliação do Plano, a partir de indicadores construídos e validados pela própria Conatrae.

O ciclo de monitoramento consiste na coleta e análise informações sobre as ações do Plano que foram desenvolvidas entre os anos de 2015 e 2018, por parte das organizações que foram convidadas, e aceitaram participar deste ciclo de monitoramento.

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