Acervo irá relembrar a história e a cultura do Judiciário

Representantes da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), do Banco de Brasília (BRB) e do Supremo Tribunal Federal (STF) visitaram, nesta quinta-feira (8) , as instalações do Museu da Justiça. A estrutura inicial, que abarca a pintura, a iluminação, os expositores e a disposição das mesas expositoras, já está pronta. O espaço irá abrigar peças da história do Brasil desde o Império até os dias atuais.

Bustos, projetores, móveis e documentos históricos do Judiciário fazem parte do acervo, que será tanto físico quanto tecnológico. Já existem materiais em Brasília, mas parte do acervo ainda está no Rio de Janeiro e será transferido para a Capital Federal quando a obra for finalizada.

Em entrevista à AMB, o presidente do BRB, Paulo Henrique Bezerra Rodrigues Costa, reforçou a responsabilidade com a preservação da história de Brasília e com as instituições brasileiras. “O museu do STF traz grandes expectativas. Ele vai fazer com que a população possa entender um pouco mais da história da Justiça, ver a nossa cidade e gerar um fluxo importante aqui. Então, o BRB se associa ao STF para fortalecer a história, a imagem, os princípios e a civilidade brasileira”, disse.

De acordo com ele, o maior legado de uma gestão é a preservação da história e a construção de um fluxo de turistas para a Capital, gerando emprego e renda. “A Justiça tem um papel chave no dia a dia do nosso país e esse acervo, que passa a ser disponibilizado, vai ajudar muito a população a compreender a dinâmica do sistema de Justiça”, afirmou

Rodrigues Costa também avaliou que o museu fortalece o sentimento de civilidade. “Ao contar a história dos homens e mulheres que construíram a Corte Suprema ao longo de sua história, o museu certamente fortalece a valorização da pátria. Quem sabe até novos ministros e ministras surjam a partir da visita, do conhecimento e do estímulo à Justiça”, concluiu.

Ao todo, o local tem 1.500 m². O acervo completo rememora a história e a cultura do Judiciário a partir de peças com mais de 200 anos de história. Entre elas, estão documentos originais das Constituições de 1934, de 1946, de 1967 e de 1988, além de obras da Casa da Suplicação do Brasil, criada em 1808.

O diretor-geral do Supremo, Edmundo Veras, reforçou que um dos principais objetivos da instalação é oferecer uma estrutura melhor para os visitantes do Tribunal e, principalmente, contar mais sobre a história do Poder Judiciário. “Precisamos mostrar para as pessoas as coisas que já aconteceram aqui”, afirmou. “O principal legado, na minha opinião, é o incentivo ao turismo cívico. Vamos reforçar que as pessoas podem vir a Brasília para conhecer um pouco melhor os monumentos, a história e como funciona tudo por aqui”, disse.

Para ele, a parte cultural é o foco. “Nossa intenção é que as pessoas aprendam um pouco mais sobre o funcionamento da Justiça, sobre o papel do Supremo Tribunal Federal. Então, na medida em que a gente leva esse tipo de conteúdo para o cidadão, a gente entende que está reforçando o conhecimento deles a respeito da cultura brasileira”, concluiu.

Também participaram da visita o chefe de gabinete do BRB, Carlos Sérgio da Costa Lima; o secretário de serviços e gestão predial do STF, Edmilson Palma.

| Ascom AMB
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Mahila Lara

Assessoria de Comunicação da AMB 

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