AMB e Amapar recepcionam corregedor durante visita a Foz do Iguaçu-PR

Presidente da AMB, Frederico Mendes Junior, mostrou o diferencial do trabalho dos Magistrados na fronteira
Exercer a Magistratura em uma região de fronteira tem as suas peculiaridades, em especial na divisa entre Brasil, Paraguai e Argentina. Juízes(as) que atuam nas Comarcas da região de Foz do Iguaçu se encontraram, nesta sexta-feira (5), com Corregedor Nacional de Justiça, ministro Luis Felipe Salomão para falar sobre o tema. O Presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), Frederico Mendes Júnior, e o Presidente da Associação dos Magistrados do Paraná (Amapar), Jederson Suzin, participaram da reunião.
De acordo com o Presidente Frederico Mendes Júnior, “essa visita aos Magistrados, em seu local de trabalho, ajudará a Corregedoria a ter um olhar mais criterioso e empático para os juízes(as)”, disse.
Entre as questões específicas enfrentadas pela Magistratura numa região de fronteira estão aquelas que envolvem - famílias binacionais; problemas com negócios realizados com estrangeiros; circulação de menores entre os três países; tráficos de drogas,de armas; guarda de crianças ; e outras.
“São situações delicadas que acabam surgindo numa região que tem fronteira com outros países e que requer uma situação um pouco diferenciada”, avaliou o presidente honorário da Amapar e Secretário da AMB, Geraldo Dutra de Andrade Neto. “Foi um encontro importante. Uma oportunidade para troca de conhecimentos e que, certamente, levará à Corregedoria Nacional uma visão diferenciada dos aspectos peculiares dessa jurisdição”, completou.
"A reunião com o ministro foi proveitosa, pois possibilitou debater assuntos de grande interesse da Magistratura paranaense e brasileira", concluiu o Presidente da Amapar, Jederson Suzin.
Itaipu Binacional
Logo em seguida, a diretoria da AMB e da Amapar foram recebidas pelo Diretor-Presidente da Itaipu Binacional, Enio José Verri, e pelo Diretor Jurídico da estatal, Luiz Fernando Delazari, para uma visita de relações institucionais. “Tratamos de interesses em comum e de potenciais parcerias que possam ser positivas para os Magistrados e para a estatal”, contou o Juiz Frederico Mendes Júnior.

Paula Andrade (Ascom/AMB)




