Renata Gil pactua com o Supremo a curadoria compartilhada para o museu da Justiça

A presidente da AMB, Renata Gil, pactuou com o Supremo Tribunal Federal (STF) a curadoria compartilhada do Museu da Justiça. Os atos foram assinados nesta quarta-feira (5). O local terá 1.518,30 metros quadrados, e contará com espaço de convivência e integração total com a Praça dos Três Poderes, em Brasília (DF).
Na cerimônia, Renata Gil disse que o projeto resgata a memória da Justiça brasileira. “Não temos um museu dedicado ao Poder Judiciário, e são muitos documentos históricos que estão espalhados pelo Brasil”, afirmou. A magistrada lembrou que a Justiça só será bem compreendida quando for conhecida.
A AMB poderá realizar exposições em uma das futuras salas no período próximo a 8 de dezembro, quando se comemora o Dia da Justiça.
O ministro Toffoli disse que é a memória institucional que define a identidade de uma instituição. "A preservação da memória do Poder Judiciário não constitui apenas um tributo ao passado, mas um compromisso com as futuras gerações, que têm o direito de conhecer a história institucional do país”.
O projeto executivo foi elaborado por Paulo Mendes da Rocha, considerado o maior arquiteto brasileiro vivo. Para viabilizar a obra, foram assinados um acordo de cooperação para a curadoria compartilhada do Museu entre o STF e AMB, um contrato de patrocínio entre a AMB e o Banco Regional de Brasília (BRB), com a participação da Corte como interveniente, e um termo de cessão de área do Supremo ao BRB.
O evento também contou com a presença do governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), e do presidente do BRB, Paulo Henrique Rodrigues Costa.
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*Com informações da Ascom/STF.




