O presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo, desembargador Celso Luiz Limongi, determinou como padrão o uso de material reciclado em todas as unidades de trabalho do Judiciário Paulista, como papel para reprografia, capas de autuação, fichas, cartões, envelopes, caixas para arquivamento de processos, etc. Os produtos também serão destinados à reciclagem depois de utilizados.

Somente os prédios da capital produzem por dia mais de 620 mil litros de lixo, dos quais menos de 20% representado por material orgânico. Ou seja, mais de 80% é formado por lixo que pode ser reciclado. Diante disso, o Tribunal decidiu fixar padrão para aquisição dos materiais.

O TJ já possui alguns itens em seu estoque de material adequados à nova norma, como capas de processos e fichas, confeccionados com 75% de material reciclável. Outros itens ainda poderão ser disponibilizados com material não reciclado até a finalização de contratos vigentes. Ao término destes, o Tribunal passará a comprar os produtos reciclados, e, na impossibilidade, o setor interessado no material deverá justificar tecnicamente e a aquisição precisará de autorização da Presidência.

 

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