Universidade convida Renata Gil para debater a importância do Poder Judiciário para manutenção da democracia

“O judiciário brasileiro é o pilar da democracia, ao equilibrar anseios da sociedade e ser a última porta da cidadania”, afirma Renata Gil
Judiciário e Democracia foi o tema da XIV Jornada Jurídica Unip Santos que foi realizada, de forma virtual, nesta terça-feira (26) e teve como palestrante a presidente da AMB, Renata Gil. O evento também contou com a palestra do conselheiro do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) Henrique Ávila.
Cerca de 330 alunos do curso de direito acompanharam o evento e ouviram da presidente da AMB o conselho: “não se esqueçam de sempre recorrer, em qualquer área, à Constituição Federal, todas as respostas que precisamos estão lá”. Foi justamente com base na Carta Magna que Renata Gil destacou, durante sua fala, a importância do Poder Judiciário e da independência da Magistratura. Segundo a magistrada, o Judiciário brasileiro é essencial para a manutenção da democracia. “O Poder Judiciário é o pilar da democracia e da sociedade, por resolver os conflitos e garantir os anseios da sociedade, sendo a última porta da cidadania”, ressaltou.
Renata Gil também destacou os desafios do Judiciário brasileiro em atender 75 milhões de processos em tramitação com apenas 18 mil magistrados. A presidente da AMB também ressaltou outro resultado de pesquisa da AMB que mostra maior confiabilidade do judiciário em relação aos outros poderes da república. Disse ainda que a Justiça brasileira foi a que melhor se adaptou ao mundo digital e ao processo eletrônico, durante a pandemia da COVID-19.
O outro palestrante, conselheiro do CNJ Henrique Ávila, também abordou a importância das prerrogativas garantidas pela Constituição Federal aos magistrados.
“Todas essas garantias da magistratura são fundamentais para a democracia, porque é no poder judiciário que vão desembocar todas as angústias da sociedade”, destacou.
O conselheiro também enfatizou que o judiciário brasileiro aumentou a produtividade durante a pandemia da COVID-19.
Carlos Ribeiro (Ascom)




