Último dia para participar da pesquisa que vai traçar o perfil das magistradas brasileiras

O prazo se encerra nesta segunda-feira, 25 de julho. A pesquisa é exclusiva para mulheres
O prazo para participar da pesquisa “Perfil das Magistradas Brasileiras e Perspectivas rumo à equidade de gênero nos Tribunais” encerra-se nesta segunda-feira (25). O levantamento é uma iniciativa da Associação dos Magistrados Brasileiros, por meio do Centro de Pesquisas Judiciais (CPJ) e da diretoria da AMB Mulheres, em parceria com a Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados (ENFAM).
Essa é a primeira vez, em 72 anos, que a entidade realiza uma pesquisa exclusivamente voltada para mulheres. Podem responder ao questionário juízas de 1º e 2º graus e ministras de Tribunais Superiores. Não é preciso ser associada à AMB para responder aos questionamentos - basta ser mulher e magistrada.
As respostas coletadas vão permitir descobrir quem são as magistradas brasileiras e quais são as principais dificuldades enfrentadas nos tribunais, além de subsidiar a formulação de políticas públicas para incrementar a presença feminina nos órgãos de justiça e a atuação institucional das mulheres nos espaços de poder.
A presidente da AMB, Renata Gil, destacou a importância da participação de todas as magistradas na pesquisa. “Ouvir as magistradas vai nos permitir conhecer as dificuldades que as mulheres enfrentam nos tribunais. Esses dados vão subsidiar políticas públicas para que cada vez mais mulheres alcancem espaços de destaque no Poder Judiciário”, disse.
A juíza do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJ-PE) e mestranda da ENFAM, Eunice Prado, destacou que a pesquisa dará voz as mulheres. “É fundamental a participação de todas para pensarmos em estratégias e incrementar a participação feminina nos tribunais”, afirmou.
Para o diretor do CPJ, ministro Luis Felipe Salomão (STJ), o engajamento das magistradas no levantamento é imprescindível. “Com a participação das magistradas, será possível averiguar as dificuldades e desafios das mulheres no Poder Judiciário, auxiliando para traçar estratégias dentro dos tribunais para garantir a igualdade”, disse.
Responder ao questionário leva cerca de 15 minutos. Participe!
Laura Beal Bordin (Ascom AMB)




