Renata Gil participa de reunião com Embaixador da União Europeia e apresenta ações da AMB para estreitar laços

A presidente da AMB se encontrou com o embaixador Ignacio Ybañez Rubio, que busca fazer parcerias com a entidade em projetos de direitos humanos
A presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), Renata Gil, participou nesta quarta-feira (18) de uma reunião com o Embaixador da União Europeia no Brasil, Ignacio Ybañez Rubio e sua equipe. Durante o encontro, Renata Gil apresentou as pautas da AMB, tanto no fortalecimento do Judiciário quanto nos projetos voltados aos direitos humanos, como forma de estreitar laços com os países da União Europeia.
Na reunião, a presidente da AMB falou sobre a agenda corporativa de fortalecimento do Judiciário, dos projetos de lei apresentados pela entidade e o trabalho nas pautas de direitos humanos, como a campanha Sinal Vermelho. De acordo com Renata Gil, a campanha pode ser levada a outros países para salvar vidas. “Nós iniciamos a campanha Sinal Vermelho e queremos muito levar para outros países, criando uma grande rede de proteção. Os números da violência doméstica são assustadores em qualquer lugar do mundo”, afirmou. “A ideia é que possamos firmar parceria com vocês e trazer boas práticas”.
O embaixador Ignacio Ybañez Rubio destacou a importância de uma parceria da Delegação da União Europeia com a AMB. “Queremos ter vocês como parceiros. Sabemos como vocês defendem temas como os direitos humanos, meio-ambiente, temas que são muito importantes para a nossa agenda. Gostaríamos de aproveitar para abrir o Brasil e fazer com que o país seja mais bem conhecido”, disse.
A delegação da União Europeia também se interessou pelo trabalho realizado pela AMB na ampliação da participação feminina no Judiciário. Renata Gil destacou a Resolução 255 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), na busca pela paridade, e o trabalho que a entidade tem realizado para fortalecer as mulheres magistradas. “Isso é meta do CNJ e é também um trabalho firme da AMB. Precisamos incentivar que as mulheres tenham participação, não só as juízas mas todas as colaboradoras do sistema de Justiça”, concluiu.
Laura Beal Bordin (Ascom AMB)




