Renata Gil e corregedora-geral da Justiça do Trabalho, Dora Maria da Costa, discutem a recomendação da corregedoria e a relevância das mulheres no Judiciário

“É muito importante ter mais uma mulher ocupando um cargo tão significativo na Justiça Trabalhista”, disse a presidente da AMB
A equidade de gênero nos tribunais é uma das principais frentes de atuação da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), que tem trabalhado para que mais mulheres atuem no sistema de Justiça. A presidente da entidade, Renata Gil, se encontrou nesta quarta-feira (26), com a corregedora-geral da Justiça do Trabalho, ministra Dora Maria da Costa para tratar da recomendação da corregedoria para o retorno das atividades presenciais. Renata Gil ainda destacou a importância de uma mulher ocupar este cargo pela primeira vez em 80 anos.
“Acreditamos que a prestação jurisdicional será ainda melhor quando as mulheres ocuparem cada vez mais cargos de liderança no Judiciário. Ter uma pessoa da competência da ministra Dora Maria como corregedora da Justiça do Trabalho nos mostra que estamos ocupando esses espaços. É muito importante ver mais uma mulher atuando em um cargo no alto escalão da Justiça Trabalhista”, disse Renata Gil, que colocou a associação à disposição de todos os magistrados e magistradas da Justiça do Trabalho.
A corregedora-geral, ministra Dora Maria da Costa, afirmou que as mulheres do Judiciário passam por muitos desafios, mas têm um papel essencial no sistema de Justiça. “Nós temos um grande papel no Judiciário. São muitos desafios, mas estamos caminhando juntas para que a magistratura feminina esteja bem representada”, afirmou.
A ministra afirmou que as portas da corregedoria estão abertas para a magistratura. “Há uma necessidade de o Poder Judiciário utilizar uma mesma linguagem. Todos nós queremos o melhor para a Justiça, para os jurisdicionados e para os juízes”.
A secretária-geral da AMB, Julianne Freire Marques, também participou do encontro no Tribunal Superior do Trabalho (TST).
Laura Beal Bordin (Ascom AMB)




