Rede de Tecnologia e Inovação da AMB elabora propostas para melhorar os sistemas do Judiciário

Grupo se reuniu pela primeira vez nesta quinta-feira (18) e definiu frentes de trabalho
A Rede de Tecnologia e Inovação da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) se reuniu, na manhã desta quinta-feira (18), para conversar sobre formas de aprimorar os sistemas tecnológicos que funcionam nos órgãos da Justiça. O grupo foi criado com a intenção de aproximar magistrados especialistas em inovação e tecnologia, com intuito de propor melhorias nos sistemas processuais utilizados pelo Poder Judiciário. Reúne representantes de várias associações filiadas, com o propósito de sugerir aprimoramento das ferramentas já existentes.
De acordo com o vice-presidente Cultural e de Tecnologia da AMB, Thiago Brandão, a ideia é aproveitar o know-how dos membros para sugerir mudanças e aprimoramento no sistema. No primeiro encontro, ficou decidido que o grupo atuará em várias frentes de trabalho: em contato com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), com tribunais superiores e com os tribunais regionais e estaduais.
A presidente da AMB, Renata Gil, ressaltou a importância do grupo. “Precisamos entregar para a base melhores condições para se trabalhar no sistema de Justiça”, afirmou. A AMB é uma das grandes defensoras do uso de tecnologia no Judiciário. Em 2020, inaugurou o espaço físico do Laboratório de Inovação e Inteligência (AMB Lab) da Associação.
Renata Gil ressaltou que o laboratório está à disposição. “Ainda precisamos criar saídas para que o Judiciário trabalhe efetivamente no digital e pense com o processo digital. O futuro da Justiça está nas mãos de grupos como este. Vocês estão escrevendo, dentro da AMB, o futuro da Justiça”, afirmou.
O diretor do AMB Lab, Ângelo Vetorazzi participou da reunião e enfatizou a disponibilidade do espaço em colaborar na integração da área tecnológica. “Temos o interesse de fazer com que o laboratório evolua cada vez mais para colaborar de forma efetiva com o funcionamento do sistema de Justiça”, disse. O magistrado se colocou à disposição para receber sugestões de como o laboratório poderia contribuir para alcançar esse objetivo.
Mahila Lara
Assessoria de Comunicação da AMB




