Solenidade comemora o maior programa humanitário da história do Brasil

 

A Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) comemora, nesta segunda-feira (7), o aniversário de um ano do resgate das juízas marcadas para morrer. São mulheres que desafiaram o regime Talibã para fazer Justiça. Na luta contra o terrorismo, elas tiveram que deixar tudo para trás e unir forças com a maior entidade da Magistratura – AMB. Essa conexão trouxe reflexos para o mundo – a inauguração de um novo modelo de ajuda humanitária.
Para comemorar os resultados do programa Nós por Elas, o evento será no realizado no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), às 17h.

Na ocasião, terá o pré-lançamento do livro-reportagem Diário de um Resgate, a obra traz os detalhes da maior operação internacional de acolhimento a refugiados. São histórias de mulheres que estão sob a mira dos radicais. Personagens que rompem com o silêncio para contar tudo sobre o que é ser mulher e juíza no regime terrorista e misógino.

O resgaste
Desde que o regime Talibã retomou o Poder no Afeganistão, a presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) articulou um grande esquema internacional de resgate de juízas e de seus familiares que residem naquele país. A operação da AMB mobilizou as entidades estrangeiras e as do Brasil para auxiliar na fuga destas refugiadas (os). Cabe destacar que muitas destas magistradas já haviam condenado integrantes do grupo fundamentalista. Diante da falta de segurança, Renata Gil fez várias tratativas para agilizar a concessão de visto pelo governo brasileiro para realização da acolhida humanitária.

No total, são 26 pessoas afegãs: dez juízes, sete magistradas e três magistrados, além de filhos e outros familiares.

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