Livro “Execução Civil: Novas Tendências”, coordenado pelo ministro Marco Aurélio Bellizze, é lançado no STJ

"O ministro Bellizze é um exímio conhecedor do assunto e está coordenando esta excelente obra", afirmou Renata Gil
Na última terça-feira (7), foi realizada a cerimônia de lançamento do livro Execução Civil: Novas Tendências, coordenada pelo ministro do STJ Marco Aurélio Bellizze e pelos juristas Aluísio Gonçalves de Castro Mendes, Teresa Arruda Alvim e Trícia Navarro Xavier Cabral. O evento ocorreu na sede do Superior Tribunal de Justiça (STJ).
Com mais de 800 páginas, a coletânea reúne artigos sobre o aperfeiçoamento do sistema de busca de bens, o incentivo à autocomposição, a realização de diagnósticos mais detalhados sobre a execução e a transformação digital dos tribunais, entre outros temas.
“A obra traz soluções importantes para que os processos de execução sejam mais céleres e facilitando o acesso dos cidadãos à Justiça”, afirmou a presidente da AMB, Renata Gil. A magistrada acrescentou ainda: “O ministro Bellizze é um exímio conhecedor do assunto e está coordenando este excelente livro, que traz vários artigos com sugestões voltadas para a melhoria da execução civil”, elogiou.
Durante a cerimônia, o presidente do STJ, ministro Humberto Martins, destacou que o livro concilia a teoria com a prática de forma efetiva, além de homenagear o professor Arruda Alvim. "Ele dedicou sua vida ao estudo do Direito Civil, sendo responsável pela formação de gerações de profissionais. Trata-se de um trabalho completo, no qual o leitor terá a exata compreensão das principais questões ligadas ao tema", disse.
Segundo o ministro Marco Aurélio Bellizze, a obra traz discussões realizadas no Grupo de Trabalho do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que debateu a modernização e a efetividade da atuação do Poder Judiciário nos processos de execução e cumprimento da sentença. "É uma semente que esperamos que germine e redunde em novos artigos para que possamos melhorar a cultura da execução e da legislação", disse.
Ascom AMB com informações da Ascom do STJ




