“Saímos fortalecidos desses três anos e daremos sequência aos projetos”, destacou o coordenador da JM da AMB, Paulo Adib Casseb

A Coordenadoria da Justiça Militar da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) realizou a 11ª reunião, na última terça-feira (22), com o objetivo de analisar a gestão 2020/2022, destacando conquistas e desafios; perspectivas da gestão 2023/2025; e os projetos para aumento das competências da Justiça Militar, entre outros assuntos de interesse da Magistratura. O encontro foi conduzido pelo coordenador da Justiça Militar da AMB, Paulo Adib Casseb.

O coordenador destacou o apoio da presidente da AMB em prol da Justiça Militar. “Fica o registro de agradecimento. Desde o começo, a Renata não mediu esforços para atender às nossas demandas”, lembrou Casseb.

Dando seguimento à pauta da reunião, o coordenador Paulo Casseb disse que, “em relação às propostas da Justiça Militar para o próximo triênio, o que eu vejo hoje são dois projetos de extrema importância: conseguir uma cadeira de representação no Conselho Nacional de Justiça (CNJ), pois a JM [Justiça Militar] ainda não tem; e a ampliação das competências, pois essas são ações fundamentais para o fortalecimento da Justiça”, pontuou.

O desembargador Rúbio Paulino, membro da Coordenadoria da Justiça Militar, ressaltou o trabalho da AMB na defesa das prerrogativas. “Não foram poucas as vezes que Jayme de Oliveira e Renata Gil participaram das reuniões conosco. Foi possível ver que eles estavam ao nosso lado para o fortalecimento da carreira”.

“Saímos fortalecidos desses últimos três anos e daremos sequência aos projetos. Sei que poderemos contar com o apoio do novo presidente eleito da AMB, Frederico Mendes Junior, na administração de 2023/2025. Seguimos juntos na luta pela Valorização Por Tempo de Magistratura (VTM). Tivemos uma dificuldade na proposta, em razão da justiça militar, devido aos quinquênios, mas o importante é começarmos a caminhar”, explicou o coordenador da Justiça Militar, Paulo Adib Casseb.

Novas perspectivas

Durante a reunião na capital federal, foram debatidas a possibilidade das tratativas para parceria do curso de mestrado em direito, entre a Escola de Justiça de Minas Gerais e a Universidade de Minas Gerais (UFMG), tendo a disciplina de Direito Militar como optativa.

“No que se refere a outros projetos e perspectivas para os próximos anos, já podemos pensar no 2º Seminário conjunto com as justiças Militar, Federal e Estadual, passada a pandemia. Será muito interessante se conseguirmos realizar mais um evento com esses parceiros”, comentou Paulo Casseb.

Para encerrar, o desembargador Nelson Missias (TJMG) enfatizou que “a magistratura Militar precisa ser enxergada no Brasil e, para isso, temos que debater com pessoas que querem fazer mais. Sei que todos aqui têm muito a contribuir com o nosso país. A AMB é o braço político da nossa magistratura e temos que fazer esse movimento de dentro para fora para que a gente consiga conquistar mais espaço”.

Também estiveram presentes na reunião, a secretária-geral da AMB, Julianne Freire Marques; Carlos Augusto Cardoso de Moraes Rego (Amajum); Edmundo Franca de Oliveira (Amajum); o presidente da AMAJME, Getúlio Correa; o subcoordenador do Centro-Oeste, Gustavo Assis Garcia; o subcoordenador do Sudeste, desembargador Rúbio Paulino Coelho; e o subcoordenador do Nordeste, José Maurício Pinheiro.


Walquene Sousa (Ascom/AMB)

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