Jogos da Magistratura: “o esporte nos une e nos dá força para enfrentar os desafios do nosso ofício”, disse Renata Gil

Quase 700 medalhas foram entregues aos atletas de todo o país que participaram do evento
O primeiro encontro nacional dos atletas da magistratura, após a pandemia, se encerrou na noite de sábado (13) sob gritos de vitória, muitas medalhas, abraços calorosos e aprendizados. “O esporte é uma inspiração para a nossa vida. Ele nos fortalece e nos dá força para enfrentarmos os obstáculos e desafios do nosso dia a dia. Cada um de vocês é uma inspiração”, afirmou a presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), Renata Gil, para uma plateia de centenas magistrados dos mais diversos Estados que, durante quatro dias, em Sergipe, se tornaram atletas em uma competição acirrada.
“Não foi fácil concretizar os IX Jogos Nacionais da Magistratura. Mas como temos a responsabilidade de transformar a sociedade, não existe caminho melhor para a união de esforços do que o esporte”, destacou o presidente da Associação dos Magistrados de Sergipe (Amase), juiz de Direito Roberto Alcântara, durante a festa de encerramento. Participaram da festividade magistrados e seus familiares de 24 associações dos mais diversos estados como Pará, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Sergipe, Maranhão, São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul, Acre, Piaui, Tocantins, Amapá e outros. As atividades eram direcionadas a todas as idades: do infantil ao sênior.
Entre as associações que conquistaram medalhas está a tetracampeã, a Associação de Juízes do Rio Grande do Sul (Ajuris). Com a maior delegação da temporada, a Ajuris levou grande parte das medalhas da competição. O segundo lugar ficou com a Associação dos Magistrados do Rio Grande do Norte (AMARN). A Amase, anfitriã de 2022, levou o terceiro lugar. “Considerando que somos uma das menores associações, com apenas 200 filiados, considerei o resultado excelente”, ressaltou Roberto Alcântara. As entidades de Alagoas e do Paraná ficaram com o quarto e o quinto lugar, respectivamente.
PREMIAÇÃO
Somente no sábado (13), foram entregues cerca de 350 medalhas para as mais diversas categorias: beach tennis; vôlei; natação; corrida de rua; voleibol; basquete; futebol sênior; futsal e outras. Ao longo dos quatro dias, foram distribuídas cerca de 700 medalhas. A presidente da Associação dos Magistrados do Acre (ASMAC), Maria Rosinete dos Reis, foi uma das recordistas de medalhas. A magistrada competiu em todas as provas de atletismo e na corrida rústica, recebendo seis medalhas de ouro e uma de prata. Para ela, com “gosto de ouro”, celebrou a juíza.
De acordo com Maria Rosinete, correr é uma forma de manter o equilíbrio e ajuda a conciliar a magistratura, o associativismo e até mesmo o seu trabalho como professora. “A corrida para mim é o equilíbrio entre o corpo, a mente e o espírito. Os resultados que eu busco alcançar na corrida, eu levo para as outras áreas da minha vida, até na profissional e acadêmica”, destacou a presidente da ASMAC. Ela contou que, desde que entrou na magistratura, sempre esteve presente nos jogos. “É um momento ímpar de união, de rever os amigos e encontrar os colegas”, finalizou
Paula Andrade e Laura Beal Bordin (Ascom/AMB)




