Independência judicial marcou o discurso de posse de Orlando Faccini Neto na Ajuris

O juiz Orlando Faccini Neto assumiu a presidência da Associação dos Juízes do Rio Grande do Sul (Ajuris) nesta segunda-feira (3). O conselheiro fiscal da AMB e presidente da Associação dos Magistrados de Mato Grosso do Sul (Amamsul), Eduardo Siravegna, representou a entidade na solenidade de posse da nova direção para o biênio 2020-2021, que aconteceu em Porto Alegre (RS). O ex-presidente da AMB, Jayme de Oliveira, prestigiou o evento.
Fazem parte também do Conselho Executivo: Cláudio Luis Martinewski (vice-presidente Administrativo), Mauro Peil Martins (vice-presidente de Patrimônio e Finanças), Márcia Kern (vice-presidente Cultural), Káren Rick Danilevicz Bertoncello (vice-presidente Social), Felipe Rauen Filho (vice-presidente de Aposentados), Jayme Weingartner Neto (diretor da Escola da Magistratura) e Patrícia Laydner (vice-diretora da Escola da Magistratura).
Para Eduardo Siravegna, a Ajuris sempre foi capitaneada por grandes magistrados, exercendo significativa influência nos rumos do estado e do Brasil. “Poder representar a AMB neste momento de troca de comando de uma entidade tão representativa é motivo de grande alegria para mim. Registro, ainda, a excelência do trabalho desenvolvido por sua presidente Vera Deboni durante toda a sua gestão, bem como a certeza da continuidade deste trabalho por seu sucessor Orlando Faccini Neto”, disse.
Ao transmitir o cargo, Vera Deboni desejou que a futura gestão prospere em suas conexões, gere energia positiva e mantenha os históricos compromissos de colocar a Ajuris cada vez mais a serviço dos associados. “Encerro meu mandato com uma convicção: podem ter faltado algumas vitórias, mas nunca nos faltou a disposição para o trabalho, para a luta por nossas causas e para honrar e representar o que mais creio e admiro: a magistratura do Rio Grande do Sul”, acrescentou a magistrada. Ela é vice-presidente de Políticas Remuneratórias da AMB.
Em seu discurso, Orlando Faccini Neto afirmou que assume a Ajuris em um momento difícil para a magistratura, mas com muita empolgação e vontade, apesar das dificuldades. “Somos juízes, mas somos agentes políticos, de modo que nos afigura uma imposição a defesa da democracia, a refutação da intolerância, a atenção para com os Direitos Humanos e o fortalecimento da independência judicial", ressaltou.




