CNJ cria o centro de inteligência do Judiciário

Projeto visa monitorar demandas repetitivas da Justiça
O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aprovou a criação do centro de inteligência que irá monitorar demandas estratégicas repetitivas e de massa ou com potencial de repetitividade. A decisão foi tomada nesta terça-feira (20) durante a 320ª Sessão Ordinária do Conselho.
"A ideia é estimular a resolução adequada de conflitos massivos por meio de soluções consensuais", disse o ministro Luiz Fux, presidente do CNJ. Segundo Fux, o monitoramento de precedentes melhorará o desempenho da Justiça e estimulará a resolução adequada de conflitos massivos.
O ministro Fux também defendeu os centros de conciliação. Afirmou que são muito profícuos e deveriam ser, inclusive, utilizados por empresas privadas para que problemas pequenos sejam resolvidos antes de chegar a juízo.
Acompanharam a sessão do CNJ, a presidente da AMB, Renata Gil, a secretária-geral da associação, Julianne Marques; o presidente da Associação dos Magistrados do Amazonas (Amazon) e diretor da AMB, Luis Márcio Nascimento Albuquerque; a presidente da Associação dos Magistrados Catarinenses (AMC) e vice-presidente de Política de Valorização da Magistratura, Jussara Schittler dos Santos Wandscheer. A equipe da entidade estava cuidando de pautas institucionais na sessão.
Mahila Lara
Assessoria de Comunicação da AMB




