AMEPE realiza solenidade de posse da diretoria de mulheres

“A criação desta diretoria significa ação de igualdade substancial”, afirma Domitila Manssur
No Dia Internacional da Igualdade Feminina, comemorado nesta quinta-feira (26), a Associação dos Magistrados do Estado de Pernambuco (AMEPE) realizou solenidade de posse da Diretoria AMEPE Mulheres. O evento foi transmitido no youtube e contou com a participação da diretora da AMB Mulheres, Domitila Manssur. A juíza representou a presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), Renata Gil, e elogiou a luta das magistradas pernambucanas por maior igualdade no judiciário de Pernambuco. Reflexo disso, segundo ela, foi a criação da Diretoria AMEPE Mulheres. “Eu testemunhei o quanto elas lutaram pela instalação da diretoria, já sabendo o quanto seria útil e contribuiria para as ações em prol da igualdade. A criação da AMEPE Mulheres foi, de fato, uma ação substancial, real, para a igualdade de gênero no judiciário pernambucano”, enfatizou.
Um dos participantes da solenidade foi o Presidente do Tribunal de Justiça de Pernambuco, desembargador Fernando Cerqueira. Ele ressaltou que, no Dia Internacional da Igualdade Feminina, é preciso lembrar da importância da efetividade das ações de igualdade de gênero. “Tem sido uma luta muito grande das mulheres pela conquista de espaços, que se torna permanente pela competência delas. Por conta do simbolismo do Dia Internacional da Igualdade Feminina, determinei a publicação de edital de promoção de magistrados para o tribunal de justiça. Peço que todas as mulheres juízas, que se enquadrem nas condições de acordo com a lei, façam suas inscrições. Defendo a participação da mulher no judiciário”, destacou.
O evento virtual também teve como palestrante convidada a juíza do Tribunal de Justiça do Mato Grosso do Sul, Mariana Yoshida, pesquisadora da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados (ENFAM) sobre gênero no Poder Judiciário, que abordou o tema “Passado, presente e futuro da participação institucional das mulheres no Poder Judiciário brasileiro”.
Carlos Ribeiro (Ascom)




