Encontro ocorreu na sede do AMB Lab, em Brasília-DF

A Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) se reuniu nesta quinta-feira (5) com a Justiça Federal para trocar experiências e debater boas práticas em inovação no Poder Judiciário. O encontro ocorreu na sede do AMB Lab, espaço criado pela entidade para produzir, identificar e publicar as ações produzidas pelos associados em favor da sociedade.

A presidente da AMB, Renata Gil, conversou com o desembargador e coordenador da Rede de Inteligência do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) Carlos Brandão; o ex-presidente da Associação dos Juízes Federais (Ajufe) Roberto Veloso; e o presidente da Associação dos Juízes Federais da 1ª Região (Ajufer), Shamyl Cipriano, sobre como elaborar e sugerir soluções conjuntas de melhoria da gestão pública.

“Trazemos inovações do ambiente externo para desenvolver os projetos da AMB. Tentamos conhecer o que tem sido feito no ambiente privado e as teses desenvolvidas pela academia”, afirmou a presidente. A magistrada também conversou sobre as parcerias feitas pela entidade.

Na tarde dessa quarta-feira (4), por exemplo, o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marcos Pontes, colocou o Ministério à disposição da AMB para firmar parcerias e desenvolver projetos aliados com a pasta. “Estamos à disposição para trabalhar com a Justiça Federal. Temos feito alianças para mostrar que se o Poder Judiciário produzir boas práticas para a sociedade, a gente se legitima”, disse o ministro.

O diretor-presidente do AMB Lab, Ângelo Vetorazzi, participou do encontro por videoconferência. O juiz enfatizou que o AMB Lab colabora com a prevenção da judicialização excessiva e que os ambientes de inovação são muito importantes para suscitar a tecnologia no sistema de Justiça.

“A transformação do Judiciário é super necessária e sem ela não teríamos enfrentado a pandemia do jeito que conseguimos. Trata-se de um ambiente necessário para o momento”, disse. Durante a pandemia de Covid-19, a Justiça não parou. De março a outubro de 2020, o CNJ registrou 691,1 milhões de movimentos processuais. Isso não seria possível sem a digitalização de processos e a informatização dos tribunais.

O vice presidente Cultural e de Tecnologia da AMB, Thiago Brandão de Almeida, lembrou que a aproximação entre a AMB e o TRF-1 é bastante salutar. “Ambas as instituições ganham. O laboratório ajuda a criar redes e fazer o trânsito de informações ser mais fácil. Acredito que esta aproximação seja muito boa! Uma vez que o Lab é uma célula criativa que aproxima pessoas e ideias”, afirmou.


Mahila Lara 

Assessoria de Comunicação da AMB

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