"Rui Barbosa deixa um legado atemporal que precisa ser cultuado, de modo que sua benéfica influência nunca se apague da face da terra”, disse o Presidente da AMB

No centenário do falecimento de Rui Barbosa, a diretoria da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) prestigiou a sessão solene realizada no Senado Federal, na última quarta-feira (01). Rui Barbosa é considerado um ícone da Justiça brasileira, destacando-se como jurista, político, diplomata, escritor, tradutor e orador. Conhecido como a Águia de Haia, Barbosa fez inúmeras contribuições para o Direito, a imprensa, a cultura e a política externa brasileira. Faleceu em 01 de março de 1923, aos 73 anos, em Petrópolis (RJ).

O Presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), Frederico Mendes Júnior, afirmou, em artigo publicado no Estadão, que Rui Barbosa era um defensor dos magistrados como garantidores da ordem pública e de um Judiciário imparcial e independente.

“Nesta celebração do centenário da morte de Rui Barbosa, reafirmamos o seu exemplo de liderança, de coragem e de visão: um legado atemporal que precisa ser cultuado, de modo que sua benéfica influência nunca se apague da face da terra”, destacou Frederico Mendes Júnior.

O Presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), falou sobre a importância de Rui Barbosa para a sociedade brasileira, como político e como jurista. “Dono de uma personalidade marcante, ele soube utilizar como poucos a tribuna do Senado Federal para advogar suas causas, na maioria das vezes proferindo verdadeiras aulas de política e Justiça”, afirmou.

Estiveram presentes na solenidade a Vice-Presidente Administrativa da AMB, Julianne Freire Marques e o Secretário da entidade Marcel Ferreira dos Santos.


Laura Beal Bordin (Ascom AMB)

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