AMB e CONSEPRE conversam sobre temas de interesse da magistratura

Foi a primeira visita institucional da nova gestão do Conselho
A Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) foi a primeira agenda institucional da nova presidência do Conselho de Presidentes dos Tribunais de Justiça do Brasil (CONSEPRE), empossada em 10 de dezembro do ano passado. A presidente Renata Gil recebeu, nesta quarta-feira (18), na sede da entidade, em Brasília- DF, o desembargador José Laurindo de Souza Netto e o desembargador Henrique Carlos de Andrade Figueira, respectivamente, presidente e vice-presidente do Conselho. Na pauta, conversaram sobre vários temas de interesse da Justiça estadual brasileira.
“Estamos aqui para defender os interesses da magistratura e de todos os tribunais de Justiça dos estados. Nossa busca é aquela da autonomia, seja administrativa, orçamentária e financeira. Também estamos aqui para atender aos interesses da pauta das prerrogativas da magistratura, a valorização, no que diz respeito à remuneração justa. Nós estamos com uma defasagem de mais de 48%. É importante que essa valorização seja construída com base no diálogo”, afirmou o desembargador Laurindo de Souza Netto.
O encontro para dialogar e estreitar laços resultou em duas entidades mais próximas e fortalecidas. “Estamos sempre unidos com a AMB, porque temos vários pontos convergentes. A pauta da Associação dos Magistrados Brasileiros converge muito com a pauta do Conselho de Presidentes dos Tribunais de Justiça do Brasil”, afirmou o vice-presidente do Conselho, desembargador Henrique Carlos de Andrade Figueira.
Atualmente, o desembargador José Laurindo de Souza Netto é também presidente do Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR) e o desembargador Henrique Carlos de Andrade Figueira está à frente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ).
O Conselho de Presidentes dos Tribunais de Justiça do Brasil (CONSEPRE) foi criado a partir da unificação do Conselho de Presidentes dos Tribunais de Justiça com o Colégio de Presidentes dos Tribunais de Justiça do Brasil, com o objetivo de fortalecer o papel constitucional, garantir a representatividade do Judiciário e preservar a autonomia de forma efetiva e material.
Daiane Garcez (Ascom)




