O aprimoramento de ferramentas de alienação de ativos apreendidos por força de ordem judicial em procedimento criminal, integrando práticas de gestão entre o Poder Judiciário, polícias, Ministério Público, advocacias públicas e o Ministério da Justiça e Segurança Pública, foi abordado na primeira reunião da ação 6 da Estratégia Nacional de Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro (Enccla), nesta segunda-feira (6). A AMB é colaboradora da atividade. A assessora especial da entidade para a Enccla, Alessandra Bilac, participou do encontro virtual.

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e a Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad) coordenam a ação. O conselheiro André Godinho é o representante titular.

Segundo a magistrada, o representante da Senad expôs alguns problemas enfrentados em relação à administração desses bens, entres eles a demora para vendê-los, com a consequente declaração de perdimento em favor da União.
Também foi discutida a necessidade de se fazer um mapeamento dos sistemas existentes de gestão e fomentar a comunicação entre os principais atores, modernizando e aprimorando as ferramentas tecnológicas.

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