Defesa dos direitos da mulher, ações sobre a pandemia e comprometimento da justiça com a sociedade estão entre as pautas 

Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) se posicionou sobre assuntos de interesse nacional na mídia brasileira. Desde janeiro de 2020, as ações da entidade ganharam destaque na pauta nacional. Para se ter uma ideia, mais de 3.350 notícias foram publicadas nos principais veículos do país. A presidente da AMB, Renata Gil, publicou mais de 30 artigos de opinião em jornais de grande circulação.

Ao abordar temas que afetam diretamente o pleno exercício da cidadania, a entidade se consolidou como referência no esclarecimento técnico sobre pautas como violência doméstica, defesa da democracia e da independência dos poderes e aperfeiçoamento do judiciário.
A maior entidade representativa da magistratura nacional atua permanentemente em defesa do respeito à Constituição e dos direitos fundamentais de seus representados, cerca de 14 mil magistrados que exercem função essencial para a Justiça e para a democracia brasileira.

Confira alguns artigos publicados pela presidente da AMB, Renata Gil:

Folha de S. Paulo: Mulheres e democracia: Pela igualdade de gênero nas esferas pública e privada - 8 de março de 2020

“A contribuição da magistratura, função essencial ao funcionamento da Justiça, tem sido fundamental para a superação das desigualdades de gênero. Os juízes atuantes em tribunais de todo o país, no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e nos tribunais superiores, contribuíram concretamente para a efetivação da Lei Maria da Penha, marco do combate à violência contra as mulheres.”

 

Estadão: Justiça permanente a serviço de todos - 22 de março de 2020

“Diante do aumento no número de infectados pelo novo coronavírus, o governo e todos os Poderes estatais estão tomando uma série de medidas na tentativa de frear o avanço e os efeitos da covid-19 no país. Desde o início, a magistratura participa ativamente de discussões pela adoção de ações protetivas no Judiciário.”

 

Conjur: As perspectivas da Justiça para depois da pandemia - 20 de abril de 2020

“A rápida disseminação da Covid-19 mudou o cotidiano de todas as profissões comprometidas com a realização da Justiça. Magistratura, Ministério Público, Advocacia e todas as carreiras que trabalham em prol da efetivação do direito fundamental de acessar o Judiciário tiveram que se adequar às recomendações das autoridades sanitárias.”

 

Conjur: Em defesa da democracia, contem com a Justiça 8 de junho de 2020

“Nos últimos finais de semana, os brasileiros têm acompanhado por meio dos veículos de comunicação a repercussão de manifestações pelo país em que alguns grupos realizam ataques e ameaças à democracia e ao Judiciário. Instigados pelo desrespeito e pelas ações de caráter inconstitucionais nas ruas, a Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), a Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (Conamp) e representantes de mais de 200 entidades saem em defesa da Constituição e das garantias e liberdades que dela emanam.”

 

Justiça & Cidadania:Magistratura atuante no combate à violência doméstica na pandemia - 8 de julho de 2020

“No mesmo sentido, a Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), maior entidade representativa do Judiciário no Brasil, e o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) uniram forças para lançar a campanha “Sinal vermelho contra a violência doméstica”. Por meio de parceria com redes de farmácias, a campanha incentiva as vítimas a denunciarem as agressões ao entrarem nesses estabelecimentos. Já são mais de 10 mil farmácias na campanha, identificadas com o cartaz fixado na entrada. Com a iniciativa, o Brasil torna-se pioneiro na articulação de uma política que não tem necessariamente origem no Executivo ou no Legislativo, e sim no Judiciário.”

 

Estadão: Tecnologia a favor da justiça inclusiva, dentro e fora dos tribunais 11 de julho de 2020

“O Brasil possui o maior sistema judiciário do mundo, com 92 tribunais. Temos o maior número de processos em tramitação, cerca de 80 milhões, de acordo com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), e tivemos o maior avanço na digitalização: 108 milhões de causas entre 2008 a 2018. De violações ao direito do consumidor, a complexos crimes contra a Administração Pública, tudo se judicializa no país.”

 

Justiça & Cidadania: O STF e a contínua missão de aperfeiçoamento do Judiciário e da democracia - 14 de julho de 2020

“Em nome da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), e dos seus 14 mil associados, ressalto a expectativa extremamente positiva em relação ao novo presidente, principalmente para assuntos voltados ao fortalecimento interno da carreira da magistratura.”

 

Folha de S. Paulo: A quarentena imposta a ex-juízes para disputar eleições deve ser ampliada? NÃO 10 de de agosto de 2020

“A proposta de proibir integrantes do Judiciário e do Ministério Público de disputar eleições durante oito anos após o desligamento de suas funções é uma medida desproporcional, discriminatória e inconstitucional.”

 

Correio Braziliense: Representatividade eleitoral e consolidação democrática - 12 de novembro de 2020

“Nos últimos anos, vários países do mundo registraram avanços importantes para a afirmação e a conquista dos direitos da mulher. Seja no setor público, seja na iniciativa privada, aos poucos, elas vêm ocupando espaços que antes eram majoritariamente ocupados por homens. No Brasil, esses ganhos também ocorreram, mas ainda são incontáveis as barreiras que persistem a dificultar a igualdade de condições entre os gêneros nos espaços de poder.”

 

Estadão: Urna eletrônica agrega confiança e faz democracia avançar - 27 de novembro de 2020

“Nenhum sistema é imune a críticas. Na democracia é saudável que seja assim. Para preservar o Estado de Direito e a liberdade de todo e qualquer cidadão expressar suas opiniões, no entanto, é preciso combater ataques criminosos que se disfarçam de críticas legítimas com o objetivo de minar e enfraquecer a democracia.”

 

Um Brasil que não pode retroceder no combate à corrupção - 11 de dezembro de 2020

"O verdadeiro aperfeiçoamento do sistema brasileiro de combate à lavagem de dinheiro precisa ser feito com base na força da lei, com todo o zelo e a transparência que a Justiça exige para se fazer cumprir. Só assim teremos um Brasil que não irá retroceder no combate à corrupção."

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