Cartilha Cidadania e Justiça é lançada no XXII CBM

Um dos pontos de destaque na tarde desta sexta-feira (30) no XXII Congresso Brasileiro de Magistrados foi o lançamento da Cartilha Cidadania e Justiça. O presidente da AMB, João Ricardo Costa, e a vice-presidente de Interiorização, Nartir Dantas Weber, apresentaram aos participantes do evento a publicação em formato gibi que tem o objetivo de levar a estudantes do Ensino Fundamental informações sobre o Poder Judiciário, direitos e deveres dos cidadãos.
João Ricardo explicou aos presentes que a AMB elaborou uma nova versão da cartilha. “Esse é um trabalho de incentivo à cidadania. O projeto está sendo tocado pelo nossa vice-presidente Nartir, que fez um excelente trabalho de atualização da cartilha que está sendo levada aos alunos do Ensino Fundamental”, ressaltou.
A revista da AMB que estimula a cidadania foi criada em 1992. Com o passar dos anos, ficou desatualizada. “Nós procuramos trazer nesta edição temas atuais, como bullying, lei Maria da Penha, entre outros. A ideia é levar aos alunos do Ensino Fundamental o que significa cidadania, acima de tudo”, explicou.
A vice-presidente lembrou que a cartilha está disponível no site da AMB e pode ser baixada pelos magistrados. “Estamos fazendo um trabalho conjunto com as associações estaduais para que lancem a revista em seus estados. Para cada magistrado que seja juiz do interior ou mesmo da capital que tenha interesse em lançar a revista, a associação local vai dar todo o suporte, assim como a AMB” pontuou.
A primeira escola a receber a nova versão da cartilha foi a Escola Classe 308. O lançamento ocorreu em 30 de setembro deste ano,em Brasília. Os bonecos Brasilzinho e deusa Têmis menina, que representa a Justiça, chamaram a atenção da garotada. A companhia Néia e Nando apresentou uma peça teatral sobre um tema também muito atual: a alienação parental.
Lançamento de livro
O juiz Luciano Campos de Albuquerque, do Tribunal de Justiça do Paraná, lançou no XXII Congresso a 2ª edição do seu livro "Dissolução de Sociedades".
“Esta é minha tese de mestrado, de 1999. Passados 15 anos, em razão do Novo Código de Processo Civil, achei que era uma oportunidade boa para revisá-lo”, explica o magistrado.
Na apresentação da obra, escrita pelo professor Fabio Caldas Araújo, ressaltou-se que o assunto abordado é raro na literatura jurídica. “O tema da dissolução perante a nova legislação processual ocupou espaço destacado e revela a visão atualizadíssima do trabalho com soluções novas já adequadas à realidade do novo procedimento”, disse.




