Diretoria da AMB acompanha cúpula do TJ-PR em encontros institucionais no Judiciário

Magistrados do Paraná foram recebidos por ministros do STF e do STJ, além de conselheiros do CNJ
A Diretoria da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) acompanhou a nova cúpula do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná (TJ-PR) em uma agenda institucional nos Tribunais Superiores e no Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em Brasília.
A comitiva do TJ-PR foi liderada pela presidente do Tribunal, desembargadora Lidia Maejima, que assumiu o cargo no início de fevereiro.
“O Tribunal de Justiça do Estado do Paraná tem 133 anos e, pela primeira vez, uma mulher foi eleita presidente. Sou a primeira. Também é a primeira vez que temos duas mulheres na cúpula do Tribunal: eu e a corregedora de Justiça, Ana Lúcia Lourenço”, destacou.
Acompanharam a presidente do TJ-PR em Brasília a corregedora de Justiça, desembargadora Ana Lúcia Lourenço; o diretor-geral da Escola Judicial do Paraná (Ejud-PR), desembargador Roberto Portugal Bacellar; e o presidente da Amapar e secretário da AMB, Marcel Ferreira dos Santos, além de juízes auxiliares da presidência do Tribunal.
O presidente da AMB, Frederico Mendes Júnior, que é juiz de direito do Tribunal paranaense, acompanhou a cúpula do TJ-PR nas reuniões institucionais com as autoridades do Poder Judiciário.

A comitiva foi recebida pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministro Luís Roberto Barroso; pelos ministros Edson Fachin (STF) e Cristiano Zanin (STF); pelo presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Hermann Benjamin; e pelo presidente da Enfam, ministro Benedito Gonçalves (STJ).
No CNJ, o grupo foi recebido pelos conselheiros Marcello Terto, Alexandre Teixeira de Freitas Bastos Cunha, Daniela Madeira, Guilherme Feliciano, Guilherme Caputo Bastos, João Paulo Schoucair, Pablo Coutinho e Luiz Fernando Bandeira de Mello Filho.
Durante os encontros, a presidente do TJ-PR apresentou a história do Tribunal, as diretrizes de sua gestão e os projetos que pretende desenvolver.
“O TJ-PR é um tribunal sólido e bem administrado, e temos algumas pautas importantes, como a criação de uma câmara especializada em crimes da Lei Maria da Penha na área da violência doméstica. A questão dos precatórios também é um tema relevante. Além disso, daremos atenção especial ao primeiro grau de jurisdição”, ressaltou.
O presidente da AMB destacou que a agenda institucional cumprida em Brasília tem o objetivo de fortalecer o diálogo entre as autoridades do Judiciário e a cúpula do TJ-PR.
“Foi uma rodada de encontros extremamente produtiva. Por um lado, a nova direção do TJ-PR teve a oportunidade de se reunir com ministros e conselheiros para expor o trabalho que pretende desenvolver. Por outro, as autoridades puderam dialogar com a dirigente do Tribunal e compreender a realidade enfrentada por esses administradores em suas jurisdições”, afirmou Frederico Mendes Júnior.
O presidente da AMB destacou a liderança da presidente Lidia Maejima e a capacidade de gestão da corregedora Ana Lúcia Lourenço. “São duas magistradas experientes e preparadas para o cargo que passam a ocupar. Estou certo de que farão uma administração moderna e comprometida com prestação jurisdicional de qualidade.”

A corregedora do TJ-PR avaliou que os encontros foram uma oportunidade de estabelecer um diálogo direto com ministros do STF e do STJ, além dos conselheiros do CNJ, sobre questões específicas da administração do TJ-PR e temas comuns aos demais Tribunais de Justiça.
“Essa iniciativa partiu da presidente Lidia Maejima porque entendemos que é fundamental que o Paraná apresente sua nova cúpula e trate, diretamente com os ministros dos Tribunais Superiores e os conselheiros do CNJ, dos projetos a serem desenvolvidos. Além disso, esses encontros nos permitiram alinhar soluções para desafios que não são apenas do nosso Tribunal, mas também comuns a outras cortes de Justiça”, explicou.

O presidente da Amapar abordou o valor dos encontros, na medida em que criam condições para o aperfeiçoamento da jurisdição.
“As visitas institucionais são fundamentais para fortalecer o diálogo entre os Tribunais e as instâncias superiores do Judiciário. Essas agendas permitem a troca de ideias, a apresentação de projetos e a busca por soluções conjuntas para desafios comuns, contribuindo para o aprimoramento da Justiça como um todo”, afirmou Marcel Ferreira dos Santos.
A agenda institucional da comitiva no Poder Judiciário teve início na terça-feira (18) e foi concluída na quarta-feira (19).




